Grupo e engajamento mais que indivíduos e interações
Estima-se que as empresas perdem 1/4 de seu tempo em reuniões inúteis. O problema não é o grupo; é confundir interação com engajamento. Bater papo no Slack e marcar daily não é engajamento. É ruído organizado.
O teatro da interação
A situação piora quando o foco da reunião se perde em assunto alheio, o atraso vira rotina e o que se decide no final é marcar outra reunião. Indivíduos interagindo sem rumo produzem movimentação, não progresso.
Complexidade crescente
À medida que a empresa cresce, aumenta sua complexidade: produtos, serviços, responsabilidades, hierarquias, papéis e, sobretudo, problemas. Nessas condições, o grupo engajado prevalece sobre as individualidades. Engajamento não é todo mundo falando ao mesmo tempo; é todo mundo puxando na mesma direção.
A analogia do barco
Numa regata, não vence quem rema mais forte sozinho, mas o barco em que todos remam no mesmo ritmo. Engajamento é cadência coletiva. Interação sem cadência é só água batendo.
Ou seja, via de regra, quanto mais engajado e alinhado é um grupo, menos indivíduos e interações dispersas ele precisa.